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Entrega rápida

Em meio à expansão do e-commerce no Brasil, é crescente a preocupação das empresas com a entrega dos produtos e serviços. Os motivos são fortes: os custos logísticos correspondem a 12,3% do PIB brasileiro, segundo pesquisa do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos). Tais gastos representam, ainda, 7,6% da receita líquida das companhias, considerando transporte, estoque e armazenagem. Para contornar esse quadro, inovação e tecnologia ajudam a reduzir custos, melhorar processos e aumentar a produtividade. Nesse cenário, ganham força as startups com soluções voltadas para o setor de logística.

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Obstáculos para transitar no Rio

A falta de segurança para o transporte de carga foi um dos temas principais da revista setorial Logística, publicada pelo jornal Valor Econômico em março de 2018. Na segunda reportagem da revista, a repórter Simone Goldberg fala sobre os obstáculos que as empresas de transporte rodoviário de carga vêm enfrentando para transitar na cidade do Rio de Janeiro.

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Otimismo com a retomada dos negócios

A retomada brasileira após a forte crise financeira é um dos assuntos importantes da revista setorial Logística, publicada pelo jornal Valor Econômico em março de 2018. A reportagem de Juan Garrido fala sobre como os executivos estão vendo a retomada dos negócios no Brasil para 2018 e qual será o impacto dessa retomada no transporte de cargas.

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Crise limita avanços do setor

Um dos principais produtos de exportação do Brasil, a soja é sempre um assunto importante em uma revista sobre logística. Na revista setor Logística, publicada pelo jornal Valor Econômico em março de 2018, reportagem de Felipe Datt fala das expectativas geradas em torno do Arco Norte para ser o principal polo agroexportador do País nos próximos 10 anos.

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Revisões constantes

Os Centros de Distribuição também estiveram em destaque na última edição da revista Valor Setorial Logística, publicada em março de 2017 pelo jornal Valor Econômico. A reportagem de Vladimir Goitia mostrou que a crise econômica que vem afetando o Brasil obrigou empresas e indústrias a rever contratos na área de logística, com muitas fechando instalações e evitando a ação de intermediários na gestão dos armazéns.

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Recessão provoca danos colaterais

A revista Valor Setorial Logística, publicada pelo jornal Valor Econômico, trouxe em sua edição de março uma reportagem sobre os impactos da recessão econômica na atividade logística das empresas brasileiras. A matéria “Recessão provoca danos colaterais” expõe os danos causados pela crise principalmente na atividade de transporte, além de alguns fatores que vêm contribuindo com a combalida infraestrutura de transportes nacional.

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Inimigos internos ameaçam negócios

A última edição da revista Valor Setorial Logística, publicada em março de 2017 pelo jornal Valor Econômico, trouxe como matéria de capa os inimigos internos que ameaçam os negócios no Brasil. Na reportagem, o elevado custo de transporte e manuseio de carga, a forte dependência do País no modal rodoviário e a burocracia foram alguns dos fatores apontados por minar a competitividade do Brasil no comércio internacional.

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Terceirização em debate

A revista setorial do jornal Valor Econômico de Agosto 2016 trata sobre a Terceirização, tema polêmico que vem sendo debatido frequentemente em âmbito legal e regulatório, e que envolve uma infinidade de atividades, como limpeza, telemarketing, segurança, TI, contabilidade e logística. As decisões políticas sobre esse assunto poderão afetar diretamente o negócio das empresas, tanto daquelas que contratam serviços terceirizados, quanto daquelas que oferecem tais serviços.

Uma das matérias da revista trata especificamente da terceirização logística, segmento que conta com forte presença de prestadores de serviço, especialmente nas atividades de transporte, onde o nível de terceirização é de cerca de 90% segundo pesquisa do Instituto ILOS.

Os motivos que levam à terceirização logística são muitos, mas, em resumo, pode-se perceber que as indústrias buscam trabalhar com provedores de serviços logísticos por considerarem que estes são capazes de reduzir custos, executando melhor do que a própria empresa contratante as atividades logísticas específicas. Além disso, a empresa ganha flexibilidade para ampliar ou reduzir suas operações, pois os custos logísticos se tornam variáveis, fator essencial em períodos de instabilidade econômica.

Figura - Terceirização LogísticaFigura 1 – Principais motivos para terceirização logística

Fonte: ILOS

 

Como os operadores logísticos trabalham para vários clientes diferentes, as variações de demanda podem ser amenizadas no caso de um setor estar em baixa, mas outro em alta. Além disso, os provedores de serviço podem trazer maior escala às operações logísticas, reduzindo ociosidades, como por exemplo, transportando caminhões completos com cargas de diferentes clientes e compartilhando espaço, equipamentos e tecnologia de armazenagem para movimentação de produtos de várias empresas contratantes.

Os debates relativos à legislação sobre terceirização, entretanto, questionam sobre os direitos trabalhistas dos terceirizados. A motivação certamente é válida, entretanto, é necessário se tomar muito cuidado para não se penalizar a eficiência das operações.

 

Desaceleração no comércio global

Em um parque logístico na vizinhança do porto de Xangai, no mês passado, os únicos produtos armazenados em um depósito de três andares eram calças jeans de marca e camisetas e jaquetas importadas do Reino Unido e de Hong Kong, a maioria das quais estavam lá por quase dois anos.

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Terceirização Logística no Brasil

O Jornal Valor Econômico de hoje trouxe encartada a revista Valor Setorial – Logística. O tema, muito oportuno no momento atual de busca por redução de custo, foi abordado em uma série de reportagens, dentre elas, a que tratou da terceirização de atividades logísticas no país. Para quem é do ramo, vale a pena ler.

Alguns dados utilizados na reportagem falam sobre a utilização de terceiros versus a realização da logística pela própria empresa. O Brasil, claramente, é um país que se utiliza muito de prestadores de serviços logísticos, especialmente na atividade de transporte.

Figura 1

Figura 1 – % médio de terceirização por atividade logística das empresas

Fonte: ILOS

O momento atual, entretanto, é de revisão de práticas usuais, na busca por sobrevivência. Isto coloca na berlinda uma série de decisões tomadas no passado, quando o cenário era outro. Mas a decisão de terceirização tem grandes chances de ser uma opção que continuará nas empresas. Isto porque, em momentos de incerteza, a flexibilidade é uma grande aliada. Trabalhar com terceiros aumenta a flexibilidade e deixa menos engessada as operações, pois não exige que as empresas contratantes disponham de ativos próprios, deixando-as mais leves e preparadas para as alterações de demanda que possam surgir.

Figura 2

Figura 2 – Melhorias obtidas pós-terceirização (% de empresas)

Fonte: ILOS

 

Além disso, como a demanda total por movimentação de cargas no Brasil está em baixa (pois a economia não anda bem e a produção caiu), existe uma elevada oferta de provedores de serviços logísticos disponíveis, o que aumenta as opções para as empresas que estão contratando. O risco, entretanto, é a empresa não selecionar bem seus parceiros logísticos, escolhendo-os apenas pelo preço mais barato, ou forçando-os demais a baixar preços. Em períodos de baixa, o risco de falência das empresas aumenta, e a escolha de provedores de serviço que tenham bom fôlego financeiro deve sempre ser considerada.