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Governo quer leiloar 8 rodovias, 4 ferrovias e 4 aeroportos em 2016

Obras de infraestrutura podem representar investimentos de R$ 69,4 bi.
Em 2015, foram realizados só 2 leilões do pacote de R$ 198,4 bilhões.

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Por que as empresas não usam mais as ferrovias no Brasil?

Com o post sobre a possibilidade de redução dos custos de transportes com o uso de cabotagem para longas distâncias, recebemos alguns questionamentos se o mesmo não ocorreria com o transporte ferroviário. Evidentemente que sim! Inclusive, considerando o período de 2003 a 2013, o crescimento médio do volume movimentado por ferrovias no Brasil foi de 5% ao ano, superior ao crescimento do PIB brasileiro, o que indica o enorme potencial para crescimento deste modal.

Como grande produtor de insumos básicos e com dimensões continentais, o transporte ferroviário deveria ter uma participação muito maior na matriz de transportes brasileira. Apesar de existirem outros problemas, a verdade é que o principal entrave para o crescimento da participação das ferrovias no volume total de carga movimentada no país é a indisponibilidade de malha.

A Figura 1 compara a extensão e densidade de malha das ferrovias brasileiras com outros países do BRIC e com os EUA, ilustrando com clareza nossas limitações.

Figura 1 - ILOS

Figura 1 – Comparativo entre as malhas ferroviárias de diversos países

Fonte: Panorama ILOS – Operadores Logísticos e Ferrovias 2015

 

Pesquisa do ILOS, realizada em 2015, sobre o desempenho de Operadores Logísticos e Ferrovias no Brasil, não deixa dúvidas ao indicar que as sete principais causas apontadas pelos executivos para não utilizar as ferrovias estão direta, ou indiretamente, relacionadas com a carência de infraestrutura, como ilustra a Figura 2.

Figura 2 - ILOS

Figura 2 – Motivos para NÃO utilização de ferrovias

Fonte: Panorama ILOS – Operadores Logísticos e Ferrovias 2015

 

Assim, é evidente que para competirmos internacionalmente, precisamos movimentar os produtos pelo modal mais adequado, considerando o tipo de carga e a distância. Infelizmente, parece que a situação não irá mudar nos próximos anos, como indica a interessante reportagem publicada hoje pelo Jornal O Globo sobre o impacto da crise nas obras de ferrovias.

 

Referência

<https://www.ilos.com.br/web/analise-de-mercado/relatorios-de-pesquisa/operadores-logisticos-e-ferrovias/>

 

Para atrair investimento, governo eleva taxa de retorno em ferrovias

O governo propôs às atuais operadoras de ferrovias uma taxa de retorno de 11,04% para balizar investimentos que serão exigidos em troca da extensão, por 30 anos, de seus contratos de concessão. Esse índice ainda será discutido em audiência pública aberta pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e está sujeito a mudanças, mas é o mais alto dos cinco anos da gestão Dilma Rousseff em qualquer área de infraestrutura.

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Após um ano e meio, trecho da Norte-Sul recebe carga

A Ferrovia Norte-Sul vai receber seu primeiro trem de carga com transporte de soja desde que teve seu novo trecho até Anapólis (GO) inaugurado pela presidente Dilma Rousseff, um ano e meio atrás. Na sexta-feira, foram embarcadas 5.100 toneladas de farelo de soja em 60 vagões da empresa de logística VLI. O embarque foi feito por meio de uma tulha da empresa Granol, estrutura usada para transportar os grãos dos armazéns até os vagões.

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Governo quer estender concessões de ferrovias

Diante das dificuldades para se fazer novos leilões de ferrovia, o governo federal acelerou a negociação com as atuais concessionárias do setor com o objetivo de impulsionar investimentos. O plano pode gerar até R$ 16 bilhões em melhorias obrigatórias na malha existente em troca da extensão do prazo dos contratos. Agora, a expectativa é que haja uma conclusão das conversas já no ano que vem.

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Tradings ratificam interesse na construção da ‘Ferrogrão’

A ferrovia mais desejada pelo agronegócio para o escoamento de grãos do Centro-Oeste está um passo mais próxima de virar realidade. As tradings Cargill, Bunge, Louis Dreyfus Commodities e Amaggi, consorciadas com a empresa de estruturação de negócios EDLP, já entregaram ao governo federal sua Proposta de Manifestação de Interesse (PMI) para a construção do trecho ferroviário entre os municípios de Sinop, em Mato Grosso, e Miritituba, no Pará.

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ANTT quer Raio X completo da malha ferroviária

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), no âmbito das negociações para prorrogação dos contratos de concessão, quer que os atuais concessionários ferroviários realizem um inventário completo e georeferenciado de toda a malha ferroviária do país, inclusive os trechos sem utilização ou subutilizados, que eles eventualmente queiram devolver ao governo.

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TCU pede que ferrovia seja reavaliada

Após analisar a situação de cada um dos três grandes trechos do traçado de 1,5 mil km, previsto para cortar a Bahia, o TCU decidiu recomendar aos Ministérios dos Transportes e do Planejamento que avaliem a possibilidade de construir apenas o trecho final do projeto, de 500 km, entre Caetité e Ilhéus, no litoral baiano.

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Ferrovia Norte-Sul vai colocar mais um trecho em operação

Foram mais de quatro anos de atraso e pelo menos R$ 430 milhões gastos para corrigir erros de projetos, mas finalmente a Ferrovia Norte-Sul conseguirá colocar em operação mais um trecho de seus trilhos.

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Trecho da ferrovia Norte-Sul no TO não opera após inauguração

Trecho que liga Porto Nacional a Anápolis (GO) nunca entrou em operação. Apesar de nunca ter sido utilizado, trilhos tiveram que passar por manutenção.

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