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Less legislation barriers and rise on productivity

How Pharmashare, the biggest pharmaceutical website in Brazil, adopted a new system and transformed the supply chain.

Innovation in procurement and its processes in supply chain was the main theme of a business case presented on the last day of International Supply Chain Conference in Rio de Janeiro, hosted by ILOS. During the event, one of the cases that caught attention was presented by DHL, also award winner of ILOS Prize 2014, celebrating the best logistics operators of Brazil.

Alex Tosetto, IT Director DHL South America and Flávio Augusto Silva, Pharmashare Manager talked about the project and said how the technology was applied in the processes to reduce Pharmashare’s costs and give leverage to the company and its services.

The business case shows the WMS implementation on Pharmashare, the biggest pharmaceutical website in Brazil, with high complexity operations.

How the solution created by JDA gives to Pharmashare a competitive system?

DHL have 4 warehouses and 25 clients. Each client has a specific particularity. The main goal about the solution JDA created for us was the standardization, they offered us a solution with processes so diverse that we could cluster all our clients in the same system, and now we don’t need 23 different solutions to attend each client’s specificity.

What leverage the solution provides to your supply chain?

The leverage is quality, traceability and warehouse total costs reduced in 17%.

The system we created in Brazil is been studied by DHL USA and Europe teams. Some processes developed in the system during the implementation are being chosen as case studies of international groups who want to share our solutions. It’s important to remark we can give other countries information, but some ANVISA’s requirements only happens in Brazil, said Alex Tosetto, DHL IT Director at Latin America.

How was the co-creation process between DHL and JDA to improve the solution?

On one hand JDA provides the system and adapts the information to attend pharmaceutical market needs, allowing some customization in the process. Doing that, some requirements the system wouldn’t predict in a first place were added by us as improvements, such as: better temperature control, customized bar codes (this last one is being studied by JDA international). On the other hand DHL does the operation, gives IT support and the ‘labor’ to the implementation (operation, people and expedition are done by DHL), remarks André Tosetto, DHL IT Director.

Were there barriers to adopt the new model?

“Yes. Some companies used to have a completely different system and a family management. When we changed the system we also created a Committee in order to organize Communication Campaigns engaging people to adopt the new system”, said Flávio Augusto da Silva, Pharmashare Manager.

Did the collaborators notice advances in their activities using the new model?

“Yes. We are operating in a market that has a lot of information and criteria about products. So all the processes were used to be controlled on several documents (where is the product, where you moved the product), Today, all the employees has the data collected on their hands; once they have typed the information it’s all collected by our system, and we know what happened in the chain”, said Augusto da Silva, Pharmashare executive.

Where there any improvements on the inventory?

“Certainly we got speed on our inventories processes, the activity we used to finish in three days, now it’s done in five hours, with better information accuracy”, concluded Flávio Augusto da Silva, Pharmashare Manager.

Do you think the partnership between suppliers can deliver innovation?

“The partnership between DHL and JDA it’s beneficial to both companies and also to our clients. As we said before, when we realize our customer have specific needs, we ask JDA to change the system for us. And JDA use that optimization to create a new feature for us, therefore, we are helping our partner to develop their own system because we know them deeply. Additionally, we are delivering better service to our clients as a result”, said Flávio Augusto da Silva, Pharmashare Manager.

About innovation and strategic partnerships, Todd Johnson, JDA Global VP, said: “we accept our partner’s challenges trying to offer them the expertise we have in several solutions, for instance, 3PL. We are willing to attend different challenges providing different solutions, that’s why we have standard solutions (core solutions) and many others in order to attend clients with complex aims, such as: increase market share, expand company activities, or adopt a new trend for their market.”

DHL ultrapassa barreiras de legislação e ganha produtividade

Inovação em procurement e seus processos no supply chain foi o track temático do último dia de Fórum Internacional Supply Chain & Expo.Logística. Na programação, um dos cases que mais chamou a atenção foi apresentado pela DHL, ganhadora do Prêmio ILOS edição 2014, que elege os melhores operadores logísticos do Brasil.

Alex Tosetto, Diretor de TI para a América Latina DHL e Flávio Augusto da Silva, Gerente Pharmashare, dão mais detalhes sobre como a tecnologia aplicada a processos ocasionou a redução de custos e o aumento do nível de serviço no case Pharmashare/JDA.

O business case mostra a implementação de WMS (sistema de gerenciamento de armazém) na Pharmashare, maior site multicliente da DHL para o setor farmacêutico no Brasil, com operações de grande complexidade.

Como a solução desenvolvida pela JDA resultou em um sistema competitivo?

A DHL possui 4 armazéns com 25 clientes. E dentro destes, cada cliente possui uma particularidade. O grande diferencial foi a padronização, a JDA ofereceu para nós uma solução que possui um abrangência de processos tão diversificada, que conseguimos colocar todos os clientes dentro de um único sistema, e não precisamos mais ter 23 sistemas para atender cada especificidade de cada cliente.

Quais foram os principais ganhos vindos desta solução para a cadeia do supply chain?

Os principais ganhos foram: qualidade, rastreabilidade e, em um segundo momento, redução de custos em torno de 17% do custo total do armazém.

“O modelo implementado no Brasil está sendo alvo de pesquisas da DHL Europa e Estados Unidos. Alguns processos desenvolvidos a partir do sistema da JDA estão sendo alvo de interesse de alguns grupos internacionais, que querem levar para lá o que fizemos aqui”, diz Flávio Augusto da Silva, Gerente Pharmashare.

“É importante ressaltar que podemos passar informações para outros lugares, mas existem algumas particularidades que se referem a ANVISA, e são específicas para o Brasil”, complementa, Alex Tosetto, Diretor de TI DHL para a América Latina.

Como foi o processo de co-criação em parceria entre as empresas para melhorar a solução?

“Por um lado, a JDA fornece o sistema e o modela para que atenda as necessidades do setor farmacêutico, permitindo um nível de customização. Dessa forma, pontos que o sistema ainda não previa foram inclusos por nós, como: melhoria de controle de temperatura, código de barras personalizável (essa é uma das otimizações que as equipes querem introduzir no exterior). Por outro lado, a DHL implementa o sistema, dá o suporte e o “labor” para a implementação (operação, pessoas, entrada e expedição é feita pela DHL)”, reitera Tosetto.

Houve resistência para a implementação do novo modelo?

“Sim, houve uma resistência, pois neste processo, incorporamos empresas que usavam um sistema diferente e tinham uma gestão familiar”, relembra Flávio Augusto da Silva. “Quando houve a troca de sistema, criamos um Comitê de Gestão de Mudanças, através do qual foram feitas Campanhas de Comunicação e Incentivo para que os colaboradores passassem a adotar o novo sistema”, complementa.

Os colaboradores sentem a melhoria com o uso do novo sistema?

“Sim. Como atuamos em um ambiente que lida com muitos critérios e informações sobre os produtos, antes muito deste controle era feito no papel (onde está o produto, para onde ele foi deslocado, se está no caminhão etc.). Hoje, o funcionário tem o coletor de dados na mão, digita a informação no sistema e fica tudo reunido ali, conseguimos ter histórico do que aconteceu na cadeia”, afirma o Diretor de T.I DHL para a América Latina.

Houve melhoria no inventário?

Sim, certamente houve um ganho de velocidade no processo de inventário, o que antes levávamos três dias para fazer hoje é feito em cerca de 5 horas, com maior acuidade de informação”, conclui Flávio Augusto da Silva.

A parceria estratégica entre fornecedores pode gerar inovação?

“A parceria estratégica entre DHL/JDA é benéfica para nós e para os clientes, visto que quando registramos uma nova necessidade do cliente, solicitamos uma mudança no sistema para a JDA e eles otimizam o sistema para nós usarmos. Ou seja, a JDA usa essa alteração para criar uma versão nova do sistema, portanto, e nós nosso parceiro a desenvolver o próprio sistema deles, porque os conhecemos profundamente”, diz Alex Tosetto, Diretor de T.I DHL para a América Latina.

Sobre inovação entre parceiros estratégicos, o Vice-Presidente Global da JDA, Todd Jonhson, afirma: “nós aceitamos os desafios das empresas e tentamos oferecer a elas o que temos de expertise em relação aos modelos que possuímos, como por exemplo, o 3PL. Atendemos desafios variados com soluções variadas, disponibilizamos soluções padrões (core solutions), assim como aquelas que atendem empresas com objetivos mais complexos, tais como: ganhar market share, expandir atuação ou estar à frente com a mais nova tendência de mercado”, conclui.

Co-criação, inteligência de dados e inovação fazem parte da JDA

O terceiro dia do XX Fórum Internacional Supply Chain & Expo Logística discutiu a Inovação em procurement com foco na cadeia de suprimentos. Durante o evento, a maiores empresas do mundo apresentaram suas soluções, entre elas, a JDA, cuja experiência em indústria, varejo e manufatura foi tema da apresentação da empresa durante a Sessão Geral “Inovação nos 3PLs: tecnologias para diferenciação no supply chain”, que contou com a presença de Todd Johnson, Vice-Presidente Global de 3PL e Oscar Gutierrez, vice-presidente da JDA Software para a América do Sul.

Reunimos os insights sobre inovação, tecnologia e processos dos dois executivos na entrevista abaixo. Oscar Gutierrez conta como a experiência anterior da JDA ajudou a construir a solução tecnológica da empresa:

Como a tecnologia e o trabalho desenvolvido pela JDA ajuda a impulsionar a cadeia de logística?

A JDA é uma empresa especializada em planejamento avançado e otimização de supply chain. A organização muito rapidamente começou a perceber que era importante planejar a cadeia como um todo. E por isso, se especializou não só em planejamento, como também em manufatura como forma de conseguir enxergar uma cadeia estendida (ponto de venda, indústria e fornecedores desta indústria).

Os 35 anos de existência da JDA atuam nesses mercados garantiram o know-how para oferecer uma solução completa que reúne ações de planejamento estratégico, tático e operacional, auxiliando clientes a ter o produto certo, no lugar certo, na hora certa e no menor custo possível.

Que tipo de resultado os clientes passam a notar através da prestação de serviços da JDA?

Melhora do nível de serviço, redução de estoque, redução de custo de transporte e de supply chain em geral e maior visibilidade da cadeia como um todo e gerenciamento por exceção – vai atrás somente dos problemas e o todo é resolvido pela solução tecnológica.

Entre os serviços disponibilizados pela empresa estão: Planejamento de Demanda, Planejamento de Distribuição, Logística de Transportes, Distribuição de plantas, sequenciamento de produção, entre outros, com o objetivo de reduzir custos para o cliente.

Temos muito clientes 3PLs. Então desenvolvemos várias soluções para o mercado de abastecimento. Todd Jonhson é uma das pessoas que gerencia a área de 3PL’s da JDA.

Todd Jonhson apresenta inovação aplicada ao supplychain, dos desafios de crescer no mercado brasileiro e dos parceiros estratégicos como diferencial competitivo.

Como podemos usar a informação para melhorar o fluxo na cadeia logística e como o JDA software auxilia as empresas?

Muitas organizações estão desenvolvendo soluções para áreas específicas da empresa e vemos que elas estão perdendo a oportunidade (e vantagem) de apresentar uma solução integrada, que possa abranger toda a cadeia produtiva e permita maior visibilidade entre áreas interdependentes.

A JDA viu a possiblidade de reunir e ter visibilidade de todas as etapas do processo na mesma plataforma, e tendo acesso a estes dados, observar e desenvolver tendências de mercado para nossos clientes, a exemplo do case indústria farmacêutica (Pharmashare/DHL) que vai ser apresentado hoje.

Um dos desafios é gerenciar diferentes e complexas cadeias de supply chain: como posso otimizar minhas redes?

Existem muitas variáveis que impactam a indústria farmacêutica e toda a sua cadeia de distribuição. Nós desenvolvemos um sistema que reúne dados específicos da ANVISA e que contribuíram para uma melhora no nível de serviço, sobretudo no que se refere a qualidade, redução de custos e otimização de tempo para o nosso cliente (Pharmashare/DHL).

Em relação a mercados emergentes: quais os maiores desafios que o Brasil oferece a JDA?

Você precisa ter acesso local: escritórios locais, parceiros estratégicos locais para entender as particularidades do mercado brasileiro, assim como a regulação e as redes de distribuição, pois se trata de um país com dimensões continentais. Para melhor entender este cenário atuamos com parceiros locais, como a DHL.

Uma das áreas que vemos com potencial de crescimento para nossos clientes 3PL é ir além do transporte e armazenagem e, agregar valor aos serviços, otimizando inventários, remodelando redes e implementando não apenas soluções globais como também adaptando soluções standard ao mercado local.

A JDA disponibiliza soluções partindo de uma co-criação com seus clientes, criando e desenvolvendo soluções que os atendam no momento e também para o futuro que projetam, como em planos de expansão, por exemplo.

14º Prêmio ILOS é entregue aos melhores prestadores de serviços logísticos do Brasil

O segundo dia do XX Fórum Internacional Supply Chain foi marcado pela entrega do 14º Prêmio ILOS, que homenageia os prestadores de serviços logísticos que mais se destacaram no mercado brasileiro, sob o olhar dos maiores contratantes.

A pesquisa que resultou na premiação foi realizada com de 310 profissionais de logística das maiores indústrias do País em diversos setores. Os respondentes indicaram seus dois candidatos em citações livres (sem lista prévia), mencionaram se são ou não clientes dos prestadores votados, e os dez ganhadores são aqueles que obtiveram o maior número de votos. Além dos melhores prestadores de serviços logísticos na avaliação geral, o ILOS também homenageou os dois mais votados por setor da economia. No total, foram citados 282 Provedores de Serviços Logísticos (PSL’s).

Além do reconhecimento através do Prêmio, a pesquisa é publicada em um grande benchmarking, o Panorama ILOS “Operadores Logísticos e Ferrovias: Os Melhores na Percepção de seus Usuários 2014″. O estudo apoia a decisão de indústrias contratantes, com insumos importantes para a escolha de seus parceiros logísticos, e também contribui com os prestadores de serviços ao oferecer melhores práticas e referências de mercado, que ajudam a melhorar seu planejamento e identificar oportunidades de negócio.

De acordo com Monica Barros, Gerente de Inteligência de Mercado do ILOS, “além do benchmarking com os melhores do mercado, o Panorama revela a lista dos ganhadores, o número de votos por segmento e aponta o percentual de votos por clientes e não clientes. Isso fornece ao prestador inputs sobre os segmentos em que ele atua e é reconhecido, onde há oportunidades de melhoria, e também segmentos em que ele é citado, mas ainda não dá foco, e podem se revelar oportunidades de negócio.

Evolução dos melhores operadores nos últimos dez anos

Monica Barros abriu a sessão apresentando uma análise dos ganhadores do Prêmio ILOS nos últimos 10 anos. De 2003 a 2014, os ganhadores cresceram sua receita total, em média, 26% aa, enquanto os outros operadores, 7%aa. Este crescimento não foi só orgânico, já que a maioria dos ganhadores adquiriu ou associou-se a empresas neste período. Nos últimos 5 anos, a receita média por operador cresceu 10% aa.

A pesquisa aponta que 90% dos ganhadores possuem algum tipo de certificação. Os melhores operadores aumentaram a posse de ativos nos últimos dez anos, tanto em armazéns quanto em frota, e têm mais oferta das atividades de transporte, ao passo em que houve redução na oferta de atividades de armazenagem, demonstrando um enxugamento do portfólio para foco em atividades estratégicas.

Conheça os ganhadores do 14º Prêmio ILOS

No momento mais esperado da sessão, Monica Barros começou o anúncio dos ganhadores homenageando com menção honrosa três empresas que estiveram presentes entre as dez melhores nos últimos dez anos: JSL, ALL e DHL.

Dando continuidade à premiação, os ganhadores foram anunciados em ordem decrescente. Os Correios conquistaram a 10ª posição geral entre os melhores prestadores de serviços logísticos do Brasil com 100% de votos de clientes. Em 9º lugar, ficou Luft Logistics, que também levou a 2ª posição no setor Comércio Varejista, com 78% de votos de clientes. Em 8º lugar, CEVA Logística, com 40% de votos de clientes.

A Maersk – Mercosul Line ficou em 7º lugar geral, e foi também eleita a melhor no setor Agronegócio, com 92% dos votos. Em 6º lugar, ficou a ALL, com 33% de votos de clientes. A Kuehne + Nagel ficou em 5º lugar geral, e também em 2º lugar nos setores Higiene, Limpeza, Cosméticos e Farma, com 81% de votos dos clientes. O 4º lugar ficou com a TNT Mercúrio, que teve 53% de votos de clientes.

A Hambur Süd & Aliança ganhou o 3º lugar geral, o 1º lugar em Papel e Celulose e o 2º lugar no setor Eletroeletrônico. O 2º lugar geral foi para a JSL, que também foi a mais votada no setor Siderurgia e Metalurgia, e a segunda mais votada nos setores Automotivo e Autopeças e Papel e Celulose.

E, finalmente, o anúncio mais esperado: a DHL foi eleita a melhor prestadora de serviço logístico de 2014, com 49% de votos de clientes. Além do primeiro lugar geral, a DHL foi a mais votada nos segmentos: Alimentos e Bebidas, Automotivo e Autopeças, Eletroeletrônicos, Higiene, Limpeza, Cosméticos e Farmacêutico, Químico e Petroquímico. A empresa ficou em segundo lugar no setor Siderurgia e Metalurgia.

Parabéns a todos os ganhadores! Confira as imagens.

Bate-papo de negócios da Expo.Logística 2014: GEFCO

A Expo.Logística 2014, feira de negócios que acontece simultaneamente ao XX Fórum Internacional Supply Chain, reúne, entre outros players, a GEFCO Brasil, operadora logística global que recentemente expandiu sua atuação na América Latina para prestação de serviços de transporte Inbound e Outbound.

Em passagem pela Expo.Logística 2014, Alex Feijolo, Diretor Comercial e de Marketing da empresa, falou sobre o crescimento da organização no País, os gargalos da infraestrutura logística e o aumento da competitividade nas operações da empresa com base em tecnologia da informação na cadeia logística.

Por que a GEFCO escolheu o Brasil como mercado para expansão?

A GEFCO veio da indústria automotiva, a empresa é operadora logística PSA no mundo inteiro.  E o Brasil é um mercado em crescimento no setor automotivo, mesmo em um cenário de desaceleração dos 2 últimos anos. O know-how que hoje possuímos do Brasil e a expertise que temos mundialmente permite que tenhamos uma posição privilegiada para desenvolver dentro do país.”

Como a organização tem encarado as adversidades do cenário macroeconômico?

“Crise e desenvolvimento são oportunidades. Quando acontece uma crise no mercado, nossos clientes estão buscando soluções. As áreas de Engenharia e Inteligência da GEFCO são áreas estratégicas e provedoras de soluções para nossos clientes. Por isso, conseguimos crescer acima da média neste ano, que tem sido difícil para a indústria de forma geral.”

Como a GEFCO trata a questão de tecnologia de informação? É uma área estratégica para a empresa?

“Informação é indissociável de logística. Se você tem um bom serviço, se faz uma entrega do produto no tempo adequado, mas não dá informação para o cliente, é a mesma coisa de não ter feito. Por exemplo, nós atuamos muito fortemente com abastecimento de fábricas, e os nossos clientes tomam decisões baseadas na informação, nem sempre é o produto. Quando dizemos ao cliente ‘o seu produto está na sua fábrica’, ele decide produzir naquela linha ou não produzir, ou seja, informação é indissociável. E isso melhora o nosso nível de serviço. Vamos investir nisso no Brasil e no mundo, porque, além de boas pessoas, você precisa de ferramentas, e isso está no uso da tecnologia.”

Em que sentido a informação pode acarretar em uma redução de custo operacional?

Recentemente a GEFCO ganhou um contrato em que o cliente tinha uma operação já estabelecida. Cada planta tomava suas próprias decisões e contratava seus fornecedores de transporte independentemente. Tivemos a oportunidade de fazer um projeto único utilizando ferramentas de roteirização e entregamos uma solução melhor, que prevê a utilização de menos veículos com maior frequência de entregas e menor custo. Usamos a tecnologia para trazer esta solução para o cliente”, conclui.

 

Investimento em tecnologia, em diferenciação e inovação em serviços que agreguem valor e possam reduzir custos dos clientes e melhorar a visibilidade destes na cadeia estão entre as propostas da GEFCO. Presente em 150 países, a organização é um dos 10 maiores operadores logísticos europeus e referência em logística industrial. Saiba mais: http://br.gefco.net/

Investimento e modernização da infraestrutura pautam discussões no primeiro dia do XX Fórum Internacional Supply Chain

Os principais executivos de Logística se reuniram na abertura do XX Fórum Internacional Supply Chain, no Rio de Janeiro, para discutir os desafios e oportunidades da infraestrutura logística no Brasil, assunto do track temático do primeiro dia de evento.

A mega-sessão de abertura, “Panorama Atual da Infraestrutura Logística no Brasil”, contou com a presença de Dalmo Marchetti, Engenheiro do Departamento de Transportes e Logística do BNDES, Carlos Geraldo Langoni, Diretor do Centro de Economia Mundial da FGV, Mauro Viegas Filho, Presidente do Conselho Empresarial de Infraestrutura da Firjan, Remco Overwater, Diretor Geral da Dinalog e Mona Haddad, Gerente de Práticas Comerciais e Competitividade em âmbito Global do World Bank, sob a moderação de André Zajdenweber, Sócio Executivo – Infraestrutura do ILOS.

Infraestrutura e Competitividade

Os problemas de infraestrutura logística brasileira, que afetam diretamente a competitividade do País no mercado global e local, estiveram presentes na fala de todos os participantes da mesa, que sugeriram também alternativas viáveis para o cenário que se desenha para os próximos anos.

Para André Zajdenweber, do ILOS, a solução do nó da infraestrutura logística no Brasil não passa pela construção de novos ativos de infraestrutura. “Precisamos ter um planejamento de longo prazo, sustentado por projetos de qualidade que integrem os modais de forma complementar. Esta deve ser uma política de Estado, não de um Governo ou de um partido”. Ele apontou a cabotagem como um modal muito mais eficiente do que o rodoviário, que é subsidiado pelo governo.

O Brasil tem ficado para trás em infraestrutura e logística em comparação a outros países, disse Mona Haddad, do Banco Mundial. Além disso, o País tem se caracterizado por baixos investimentos neste quesito. “Se olharmos diferentes indicadores, você vê que o custo do Brasil é muito maior do que China e Malásia”, afirmou. A especialista criticou o fato de o País, a despeito do crescimento da última década, ter permanecido relativamente fechado ao comércio internacional. “O Brasil permanece não muito conectado a outros países. E nós sabemos que o comércio é um mecanismo de crescimento”.

Segundo Mona, o elevado custo do transporte, principalmente rodoviário, o tempo longo para entrega, a burocracia na liberação das mercadorias, o congestionamento de portos e rodovias, o baixo investimento em infraestrutura e uma fraca ligação intermodal para logística são obstáculos ao desenvolvimento do setor no Brasil. “Algumas soluções envolvem melhora da cabotagem para o comércio interno, investimento em novas rodovias e maior utilização da via aquática”, listou Mona. “Sabemos que há um déficit em investimentos em transporte. Os investimentos em infraestrutura não têm acompanhado o crescimento. São muito baixos, menor do que em países que estão crescendo rápido.”

A executiva do Banco Mundial alertou ainda para a necessidade de haver uma política mais descentralizada para o setor de logística, envolvendo diversas agências reguladoras. “Há necessidade de combinar infraestrutura com melhorias operacionais olhando para toda a cadeia de suprimentos”, concluiu.

Integração, modernização e desafios

Dalmo Marchetti, do BNDES, ressaltou que nosso desafio número um é mudar a matriz modal, que precisa ser integrada para reduzir nosso desafio número dois: o custo logístico. “Temos que pensar no longo prazo. Não podemos fazer planejamentos de quatro anos. Precisamos sim ampliar ativos, mas também a produtividade e a gestão dos ativos que já temos”. Marchetti sinalizou a necessidade de entrarem novos atores para ampliar a competição no Brasil, e também de se atrair capital externo privado na infraestrutura: “precisamos andar duas vezes mais rápido nos investimentos e, para isso, ter um arcabouço legal interno e externo que dê suporte”. Para o cenário futuro, Marchetti apontou que a Empresa de Planejamento e Logística (EPL) como elemento organizador da logística brasileira pode ser um atrativo de investimentos de longo prazo”.

Investir em infraestrutura pode ser um atalho para a recuperação do crescimento em um ritmo mais forte. É o que afirmou Carlos Langoni, da FGV, explicando que há uma relação muito clara entre competitividade e investimento em infraestrutura logística. “A complexidade do Estado brasileiro, a obsolescência e alta burocracia são os fatores que mais imobilizam o investimento privado em infraestrutura. Sem modernização, vamos sempre ficar defasados”. Contudo, para ele, o atraso na infraestrutura representa uma oportunidade para empresas estrangeiras, porém, apenas uma parte residual do investimento está sendo canalizada para modernização, o que poderia reduzir a incessante dependência de recursos do BNDES.

Langoni explicou que a modernização da infraestrutura depende da combinação de um choque endógeno, que passa por uma revisão profunda do papel do Estado na economia brasileira, já que, segundo ele, o governo não tem capacidade gerencial de liderar a gestão, devendo então atuar como regulador. E também de um choque exógeno, que seria um novo ciclo de abertura negociada da economia brasileira, para atrair tecnologia e inovação e estimular o avanço em eficiência e produtividade.

“Para um mundo global, precisamos de práticas globais. A baixa competitividade brasileira está toda baseada na baixa eficiência do setor público. Os desafios são imensos e a modernização da infraestrutura é uma prioridade absoluta. A escolha dessa estratégia não é uma questão ideológica, de Estado, ou de partido político. A modernização da infraestrutura é uma necessidade absoluta”, conclui Langoni.

Os grandes players da Logística nacional se encontram na 15ª Expo.Logística

Networking de alto nível com os grandes executivos e players da Logística no Brasil, oportunidades de negócios e visibilidade. É o que os expositores e o público presente vão conferir na 15ª Expo.Logística, que este ano foi integrada ao XX Fórum Internacional de Supply Chain, promovido pelo ILOS.

De 14 a 16 de outubro, no Hotel Royal Golden Tulip, no Rio de Janeiro, a 15ª Expo.Logística vai reunir clientes e os principais fornecedores de produtos e soluções em logística e suprimentos. A edição 2014 traz novidades, como espaços de conveniência propícios para interações e negócios, além da introdução de palestras comerciais na grade de programação, oferecidas pelos expositores e gratuitamente abertas a todos os visitantes.

Além do networking e interação com os grandes fornecedores do mercado, os visitantes inscritos na Expo.Logística poderão assistir gratuitamente algumas sessões da programação do XX Fórum Internacional Supply Chain ao longo dos três dias de evento:

 

  • Prêmio ILOS 2014;
  • Sessão Geral “Cinco Imperativos visando a Criação de Valor através do Supply Chain”;
  • Palestras Comerciais e
  • Sessão Geral “Investigando as Dinâmicas de Competição no Setor de Terceirização Logística nos EUA”

 

A 15ª Expo.Logística acontecerá de 14 a 16 de outubro, a partir das 7h50. Para informações sobre a programação e inscrições, acesse: http://goo.gl/h7z5ll

XX Fórum Internacional Supply Chain & Expo.Logística 2014

De 14 a 16 de outubro

Hotel Royal Golden Tulip – Rio de Janeiro

Credenciamento para visitação da 15ª Expo Logística 2014: (21) 2240-9313

Os melhores prestadores de serviços logísticos do Brasil serão reconhecidos no Prêmio ILOS

Um dos destaques do XX Fórum Internacional Supply Chain & Expo.Logística, acontece no dia 15 de outubro, que é a Cerimônia de entrega do Prêmio ILOS 2014, tradicional e reconhecido encontro de executivos de Logística e Supply Chain. A premiação tem como objetivo apresentar os prestadores de serviços logísticos que mais se destacaram no mercado brasileiro no último ano, e promover um ambiente propício a discussões estratégicas e troca de experiências entre as empresas vencedoras e o público.

Os ganhadores são escolhidos através de uma pesquisa realizada pelo ILOS com 300 profissionais de Logística e Supply Chain das maiores indústrias do Brasil. Os respondentes indicam seus dois candidatos em citações livres (sem lista prévia) e os dez ganhadores são aqueles que conseguem o maior número de votos.

Na Cerimônia, além dos melhores prestadores de serviços logísticos na avaliação geral, o ILOS também homenageia os dois mais votados por setor da economia.

Em 2013, o ranking de melhores prestadores de serviços logísticos reuniu as seguintes empresas:

  1. DHL
  2. JSL
  3. FedEx Express
  4. TNT Mercúrio
  5. Luft Logistics
  6. Aliança
  7. All América Latina Logística
  8. Expresso Jundiaí
  9. AGV Logística
  10. Log-In logística Intermodal

O Prêmio ILOS 2014 será entregue em uma sessão especial no dia 15 de outubro, às 16h40, no Hotel Royal Tulip, no Rio de Janeiro, onde acontece o XX Fórum Internacional Supply Chain & Expo.Logística. A entrada é gratuita para participantes da Expo.Logística 2014.

Confira a programação completa em: http://goo.gl/h7z5ll

Prêmio ILOS 2014
15 de outubro, às 16h40

Hotel Royal Golden Tulip – Rio de Janeiro

Entrada gratuita para os visitantes da Expo.Logística

XX Fórum Internacional Supply Chain & Expo.Logística 2014

De 14 a 16 de outubro

Hotel Royal Tulip – Rio de Janeiro

Informações e Credenciamento para 15ª Expo Logística: Congregare (21) 2240-9313 / logistica@congregare.com.br

O conhecimento das melhores empresas de Logística do Brasil e do mundo

Aprenda conceitos e modernas abordagens gerenciais nos tutoriais que serão apresentados  no XX Fórum Internacional Supply Chain & Expo.Logística.

Em Logística e Supply Chain, cada detalhe faz a diferença. Seja uma inovação de processo, uma ferramenta tecnológica, um modelo de gestão ou informações que ajudem a direcionar o negócio. Tudo isso faz parte do dia a dia de quem busca se posicionar em um mercado cada vez mais competitivo.

Esse conhecimento, aliada à expertise das grandes organizações de Logística, serão compartilhados através de Tutoriais no XX Fórum Internacional Supply Chain & Expo.Logística.

Como melhorar a visibilidade e o controle do Supply Chain?

Este é o tema do tutorial apresentado por especialista da instituição italiana, L’a Universittá Carlo Cattaneo, que apresentarão o uso inovador de RFID integrado com novas tecnologias (NFC, Wifi, UWB e RTLS).

Como será o Centro de Distribuição do Futuro?

Executivos da multinacional Vocollect by Honeywell discutem as demandas geradas pelo e-commerce que pressionaram armazéns e centros de distribuição a atender um crescente número de pedidos, multiplicando os canais de venda.

Qual o grau de desenvolvimento do supply chain de Oil and Gas do Brasil?

Estudo setorial realizado pelo ILOS com mais de 50 empresas do setor de oil and gas no Brasil identificou qual o grau de desenvolvimento de seus processos logísticos, quais os pontos fortes e principais desafios da cadeia de óleo e gás brasileira no momento atual e nos próximos 5 anos.

Quais as principais vantagens e tendências do mercado de condomínios logísticos?

A Global Logistics Properties fala de um mercado que vem crescendo nos últimos anos devido ao aumento do consumo global – os condomínios logísticos: como funcionam dentro de uma estratégia de operações logísticas, quais os desafios, tendências e eficiência operacional destes?

Essas e outras sessões de empresas como Multiterminais, Modus Logística e JDA Software fazem parte da programação de Tutoriais do evento. Confira: http://goo.gl/OcNklp.

Vagas abertas e limitadas. Inscreva-se – últimos dias: http://goo.gl/h7z5ll

XX Fórum Internacional Supply Chain & Expo Logística
De 14 a 16 de outubro
Hotel Royal Tulip – Rio de Janeiro
Informações: Congregare (21) 22240-9313
Credenciamento para visitação da 15ª Expo Logística 2014: (21) 2240-9313