ILOS na Imprensa

Categoria que reúne artigos, postagens, conteúdo áudio-visual e tudo o mais que seja notícia na Imprensa que envolva o Instituto ILOS

Custo cresce de forma exponencial

Fonte: Valor Econômico | Setorial  – Agronegócio

Os custos logísticos no país tendem a alcançar “recorde total da série histórica” neste ano, aproximando-se de algo em torno de 13,3% de Produto Interno Bruto (PIB), frente a 12,6% registrados em 2020, projeta Maurício Lima, sócio-diretor do Instituto de Logística e Supply Chain (Ilos). A previsão considera fatores como aumento nos custos de capital, o que encareceu o carregamento de estoques, a escalada nos preços do diesel e seu impacto sobre os custos de transporte, além da expectativa de baixo crescimento para o PIB, afetando o denominador nessa conta.

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Carga pesada

Fonte: Valor Econômico

O transporte de cargas no Brasil foi o maior da história em 2021 e deve registrar um novo recorde em 2022. De acordo com dados preliminares de estudo inédito da consultoria Ilos – Instituto de Logística e Supply Chain, foram movimentadas 1,94 trilhão de TKUs – unidade que combina toneladas com quilômetros percorridos – em 2021, um aumento de 9,6% em relação ao ano anterior. Esse transporte representou um custo de R$ 1,09 trilhão, 16% superior ao verificado em 2020. O levantamento leva em consideração o movimento de mercadorias com origem e destino no país, somando todos os modais.

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Transporte de produtos agrícolas por ferrovias bate recorde dos últimos 12 anos

Fonte: CNN Brasil

Além da competitividade nos custos, o transporte ferroviário tem outra vantagem: a ambiental. Segundo dados do Instituto de Logística e Supply Chain – ILOS compilados pela ANTF, quando comprado ao rodoviário, o modal ferroviário emite cerca de 85% dióxido de carbono (CO2) a menos.

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69% dos operadores logísticos não conseguiram repassar alta de custos em 2021, diz ILOS/Abol

Fonte: Valor Econômico

Apenas três em cada dez dos operadores logísticos brasileiros conseguiram repassar o aumento de custos sofrido em 2021, segundo estudo do ILOS (Instituto de Logística e Supply Chain) feito a pedido da Associação Brasileira de Operadores Logísticos (Abol).

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Associação não aposta em racionamento de diesel, mas diz que operadores logísticos ‘estarão a postos’

Fonte: Valor Econômico

Para Maria Fernanda Hijjar, sócia-executiva do ILOS (Instituto de Logística e Supply Chain), que foi contratado pela Abol para um estudo do setor, o risco de desabastecimento existe, mas há diversas ações para que esse cenário não se concretize.

“Não se pode dizer que não vai acontecer [o desabastecimento], porque há muita instabilidade. Entendo que o mundo se comporta de forma de tentar minimizar o risco de não ter diesel. Se acontecer, é como se fosse uma paralisação dos transportes e de outros setores que usam o diesel. É um risco que tentamos acreditar que não é tão alto assim. Porém, a minimização disso não está na mão dos operadores”, diz ela.

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