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ARTIGOS A equipe do Instituto ILOS contribui regularmente com artigos para a revista Tecnologística, além da participação em Congressos e Seminários no Brasil e no exterior.
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Autor: Ataíde Braga
Data: 10/06/2010
Fonte: ILOS
Ainda não existe, na literatura que trata do assunto, uma convergência entre os autores sobre uma definição padronizada a respeito do que seria o strategic sourcing. As duas perspectivas apresentadas a seguir procuram preencher esta lacuna.
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Autor: Leonardo Lincoln e Renata Figueiredo
Data: 10/05/2010
Fonte: ILOS
Esta é a segunda parte de um artigo que busca discutir o papel e a importância da organização logística e dos seus processos de planejamento na performance das operações logísticas. Enquanto a primeira parte do artigo mostrou conceitos mais teóricos, esta segunda parte vai apresentar os resultados de uma pesquisa com sete empresas de bens de consumo que teve como objetivo averiguar o nível de integração propiciado pelas suas estruturas organizacionais e pelos seus processos de planejamento logístico. Antes de entrarmos nos resultados da pesquisa, é importante dar um passo atrás e relembrar os principais pontos do artigo anterior, pois eles ajudarão a entender as motivações da pesquisa realizada.
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Autor: Peter Wanke e Marina Andries
Data: 02/05/2010
Fonte: ILOS
O agronegócio representa quase 33% do PIB nacional e envolve em torno de 37% da População Economicamente Ativa (PEA). Este setor responde ainda por 42% das exportações brasileiras e coloca o País em uma posição de destaque no cenário internacional.
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Autor: Renata Figueiredo e Leonardo Lincoln
Data: 10/04/2010
Fonte: ILOS
A evolução das atividades de logística e supply chain nas empresas
brasileiras é clara e indiscutível para quem vivencia esta realidade há
alguns anos. O escopo das funções logísticas tem aumentado, assim como a
complexidade das mesmas.
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Autor: Dale Rogers
Data: 10/03/2010
Fonte: ILOS
Em 1979, Philip B. Crosby publicou o livro “Quality is Free”. Para muitos de seus leitores, este pequeno livro abriu novos horizontes. Ele continha a ideia revolucionária de que a qualidade não adicionava custo ao produto. Ao contrário, pregava que a agregação de qualidade ao produto ou processo era, no mínimo, uma situação de break-even (empate). Ele escreveu que a qualidade de fazer uma coisa certa era na verdade um exercício de se “conduzir as pessoas a fazer melhor todas as coisas de valor que, de qualquer maneira, deveriam ser feitas”. Esta é também uma boa descrição para a sustentabilidade. E, como o movimento da qualidade do passado, a construção da sustentabilidade em produtos e processos também pode ser vista como gratuita (“Free”).
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Autor: Cesar Lavalle
Data: 10/02/2010
Fonte: ILOS
Esta segunda parte analisará as implicações das
mudanças no ambiente competitivo em termos das necessidades dos
supermercadistas, bem como do desempenho e da qualidade do serviço de
distribuição praticado pela indústria.
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Autor: Cesar Lavalle
Data: 10/01/2010
Fonte: ILOS
A primeira parte deste artigo explora como o ambiente econômico impacta na decisão de compras do comércio junto à indústriade bens de consumo.
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Autores: Monica Barros e Alexandre Lobo
Data: 10/10/2009
Fonte: ILOS
O transporte de carga por ferrovias vem ganhando espaço no Brasil, apesar de não ser bem avaliado pelos profissionais de logística do país. Essa é uma das constatações da pesquisa feita pelo Instituto ILOS entre setembro e outubro de 2008 com 220 das maiores empresas brasileiras em faturamento. Ao todo, 369 executivos de logística de mais de vinte setores da economia avaliaram o modal ferroviário nacional.
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Autores: André Chiarini, Juliana Eiras e Vinicius Intrieri
Data: 10/09/2009
Fonte: ILOS
O objetivo deste artigo é gerar uma discussão sobre os impactos dessas restrições e as soluções encontradas para a distribuição de mercadorias na Região Metropolitana de São Paulo.
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Autor: Kleber Figueiredo
Data: 10/08/2009
Fonte: ILOS
Nos últimos anos, muitas empresas se deram conta do potencial que as atividades logísticas possuem para criar valor para seus clientes e, dessa forma, ganhar posições na frenética busca pela competitividade. É através do serviço logístico, entendido como o conjunto de atividades que devem ser realizadas para atender às necessidades de clientes cada vez mais exigentes, que as empresas procuram a diferenciação, perseguindo o cumprimento de prazos, entregas sem erros, pedidos perfeitos e um amplo leque de atributos de serviço que vão além dos convencionais requisitos ligados a prazos e quantidades atendidas.
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Autores: Peter Wanke e Frederico Barros
Data: 15/07/2009
Fonte: ILOS
Atualmente, o contêiner é a forma mais utilizada para movimentar materiais e produtos pelo modal marítimo. Yun & Choi (1999) salientam que mais de 90% da carga internacional são movimentados via portos e terminais e que 80% desse volume são acondicionados em contêineres.
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Autora: Monica Barros
Data: 10/06/2009
Fonte: Instituto LOS
Nos últimos anos, em todo o mundo, muitas empresas se reestruturaram para conduzir de forma mais eficiente suas operações logísticas, e uma das alternativas encontradas foi a terceirização. Hoje, pode-se dizer que a terceirização das atividades logísticas no Brasil é uma realidade. Diversas indústrias optaram por terceirizar suas atividades logísticas, entregando aos prestadores de serviços logísticos (PSLs) desde as atividades operacionais até as mais estratégicas e de gestão.
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Autor: Ataíde Braga
Data: 05/05/2009
Fonte: ILOS
Na primeira parte deste artigo o autor introduziu o tema abordando os antecedentes desta estratégia de relacionamento com fornecedores, os principais motivos para implementação de um programa desta natureza, e segmentou a iniciativa de desenvolvimento de fornecedores entre ações destinadas a identificação de novos fornecedores e aprimoramento daqueles já existentes na base de fornecimento.
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Autor: Ataíde Braga
Data: 05/04/2009
Fonte: ILOS
O mundo corporativo cada vez mais acredita na ideia de que uma empresa, para competir e sobreviver, deve construir e manter relações com fornecedores competentes e extrair o maior valor possível destas relações. Em outras palavras, a competência especializada dos fornecedores pode ter uma influência substancial na capacidade inovadora da empresa compradora e na sua habilidade de oferecer produtos com alta qualidade, contribuindo para elevação de suas vantagens competitivas.
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Autores: Marcos Benzecry e Paulo Nazário
Data: 01/03/2009
Fonte: ILOS
Na primeira parte deste artigo, viu-se que a atual crise econômica mundial também reflete no Brasil através principalmente da contração de crédito, queda nos preços das ações e redução da expectativa de crescimento da economia global e do comércio mundial, impactando no crescimento das exportações. Dessa forma, muitas empresas estão mais cautelosas, revisando seus planos de investimento e buscando alternativas de redução de custos.
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Autores: Marcos Benzecry e Paulo Nazário
Data: 01/02/2009
Fonte: ILOS
Desde o início de 2008 o mundo vive a mais grave crise dos últimos 80 anos, uma consequência do fim de um extraordinário ciclo de expansão da economia mundial. Uma crise que não será superada em poucos meses e cujas consequências todos os países sofrerão, embora de formas distintas. A recessão americana se propaga internacionalmente através de quatro mecanismos principais: (I) contração de crédito, devido ao processo de redução da alavancagem no sistema financeiro global e consequente fragilização dos bancos; (II) queda nos preços de ativos financeiros, como imóveis e ações, provocando a destruição de riqueza; (III) deterioração das expectativas sobre a evolução futura da economia, afetando decisões de dispêndio de empresas e famílias; e (IV) redução no crescimento das exportações e do comércio mundial.
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Autores: Peter Wanke e Jonas David Cortes
Data: 10/01/2009
Fonte: ILOS
Para cada uma das combinações de normas de alocação de ancoradouro e prioridades de fila, foram realizadas 30 replicações de mil dias de operações, e foram coletadas estatísticas sobre o tempo de espera na fila para o sistema como um todo e para cada um dos navios que periodicamente atracam no porto.
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Autores: Peter Wanke e Jonas David Cortes
Data: 10/12/2008
Fonte: ILOS
Diversos pesquisadores concentraram seu trabalho no estudo da aplicação de sofisticadas técnicas de modelagem a um ambiente portuário e aos complexos relacionamentos entre os níveis de custo e serviço que possam eventualmente surgir. Especificamente em relação à operação da ligação navio-ancoradouro (SBL, do inglês ship-berth link), pode-se argumentar que, qualquer que seja o tipo de carga manuseada nos portos, os operadores de navios não apreciam que a fila seja gerenciada por causa do congestionamento do ancoradouro (Dasgupta e Ghosh, 2000). De fato, os operadores de navio que não recebem certas garantias de disponibilidade de ancoradouro podem buscar portos alternativos para manter os altos níveis de produtividade (Luo e Grigalunas, 2003). Como conseqüência direta, os portos foram forçados a considerar a qualidade do serviço oferecido e também os custos totais de demurrage (sobrestadia).
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Autor: Cesar Lavalle
Data: 01/11/2008
Fonte: ILOS
A primeira parte deste artigo apresenta uma análise do cenário econômico, que condiciona o comportamento dos agentes integrantes da cadeia de suprimento de bens de consumo. Em seguida, serão discutidas as implicações das mudanças no ambiente competitivo em termos das necessidades dos supermercadistas, bem como do desempenho e da qualidade do serviço de distribuição praticado pela indústria.
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Autor: Leonardo Julianelli
Data: 10/10/2008
Fonte: ILOS
A dúvida com relação aos limites dos conceitos de Logística Integrada e Supply Chain Management tem gerado uma série de interpretações equivocadas por parte de algumas empresas e profissionais da área de operações. É usual encontrarmos o termo “supply chain management” sendo utilizado para designar atividades logísticas internas, como gestão de estoques, armazenagem e controle da frota de veículos.
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Autora: Monica Barros
Data: 10/09/2008
Fonte: ILOS
Este artigo tem por objetivo apresentar o perfil do executivo de logística brasileiro. Grande parte das análises é resultado da pesquisa “Perfil do Executivo de Logística”, realizada anualmente durante o Fórum Internacional de Logística no Rio de Janeiro.
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Autores: Ataíde Braga e e Maria Fernanda Hijjar
Data: 10/08/2008
Fonte: ILOS
A década de 90 experimentou o emergir da importância do conceito de Supply Chain Management (SCM) ou Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos, principalmente no que se refere à integração, maior visibilidade entre os agentes da cadeia e redução de variabilidade nos processos que suportam os negócios entre este players.
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Autores: Fábio Abrahão e Juliana Eiras
Data: 10/07/2008
Fonte: ILOS
O comércio exterior brasileiro vem acompanhando a tendência mundial de crescimento e evoluindo a cada ano, como mostra a Figura 1. As condições encontradas para a movimentação internacional no país, entretanto, são críticas em diversas áreas e modais. O escoamento de mercadorias enfrenta ineficiências em rodovias, hidrovias, ferrovias e portos, afetando especialmente os produtos de menor valor agregado, como as commodities agrícolas, responsáveis por grande parte da balança comercial brasileira.
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Autores: Kleber Figueiredo e Dinia Monge Mora
Data: 10/06/2008
Fonte: ILOS
Em função do crescimento dos custos logísticos nas empresas e da crescente tendência de terceirização, a importância econômica do setor de OLs gerou a necessidade de um melhor conhecimento da evolução da indústria e de como as empresas desse setor estão se preparando para acompanhar e aproveitar as oportunidades que surgem. Nos países em que as atividades logísticas estão mais desenvolvidas, existe uma clara segmentação no mercado dos OLs em função dos serviços que oferecem, dos nichos onde atuam e dos recursos que possuem. Já no Brasil a segmentação não é tão simples, devido à mistura de empresas atuantes no mercado, somado ao fato de ser uma indústria recente.
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Autores: Maria Fernanda Hijjar, Peter Wanke e Monica Barros
Data: 10/04/2008
Fonte: ILOS
A globalização tem aumentado a importância do transporte na economia e nas empresas.No mundo todo, as autoridades portuárias têm estado constantemente sob pressão para melhorar a eficiência dos portos, de modo que seus serviços sejam competitivos em termos internacionais e também para sustentar um desenvolvimento econômico baseado no comércio internacional. É praticamente um consenso que os portos são um elo vital na cadeia de comércio, contribuindo positivamente para a competitividade internacional de um país.
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Autora: Renata Figueiredo
Data: 10/03/2008
Fonte: ILOS
Somente nos últimos dez anos as empresas começaram a perceber a gestão da cadeia de suprimentos como um poderoso elemento de uma exitosa estratégia de negócios. Famosos exemplos, estudados e comentados à exaustão, ajudaram nesta conscientização, pois demonstraram que atividades, antes vistas como back-office e operacionais, podem ser totalmente transformadas, tornando-se pontos cruciais das estratégias de longo prazo das empresas. Estes exemplos são os conhecidos cases da Toyota, Wal-Mart e Dell.
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Autora: Maria Fernanda Hijjar
Data: 10/02/2008
Fonte: ILOS
O Brasil é um país fortemente voltado para o uso do modal rodoviário, conseqüência das baixas restrições para operação e dos longos anos de priorização deste modal nos restritos investimentos do governo. O cenário de elevada oferta, poucas exigências para operação e baixa fiscalização levou à redução da qualidade dos serviços prestados e deprimiu os preços do frete por caminhão.
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Autor: Ataíde Braga
Data: 10/01/2008
Fonte: ILOS
A pesquisa de mercado, visando seu emprego em compras e suprimentos, tem recebido significativa atenção por parte das indústrias, devido a um conjunto de fatores que trouxe complexidade ao processo de aquisição e risco no suprimento dos itens considerados estratégicos para estas organizações compradoras. Procura por inovações tecnológicas, dinamismo do mercado supridor, procura por fornecedores dos países asiáticos e oscilações macroeconômicas são alguns destes fatores.
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Autora: Rachel Fanti
Data: 10/11/2007
Fonte: ILOS
Na primeira parte deste artigo, foi destacada a importância da gestão do transporte de cargas na conjuntura atual. Essa importância pode ser evidenciada quando se observa o conjunto das decisões tomadas pelos profissionais que atuam nessa área, os serviços oferecidos aos clientes e os custos envolvidos.
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Autora: Rachel Fanti
Data: 10/10/2007
Fonte: ILOS
O objetivo deste artigo é apresentar algumas práticas e decisões gerenciais que vêm sendo adotadas pelas grandes empresas industriais e varejistas no transporte rodoviário de cargas.
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Autor: Cesar Lavalle
Data: 10/09/2007
Fonte: ILOS
A primeira parte deste artigo apresenta uma análise do cenário econômico, o qual condiciona o comportamento dos agentes integrantes da cadeia de suprimento de bens de consumo. Em seguida, serão discutidas as implicações das mudanças do ambiente competitivo em termos das necessidades dos supermercadistas, bem como do desempenho e da qualidade do serviço de distribuição praticado pela indústria.
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Autoras: Renata Figueiredo e Juliana Eiras
Data: 10/08/2007
Fonte: ILOS
Na primeira parte deste artigo, foram apresentadas as origens e motivações do Transporte Colaborativo, bem como seus benefícios potenciais e o universo das Comunidades Colaborativas baseadas na internet, em franca expansão nos Estados Unidos.
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Autoras: Renata Figueiredo e Juliana Eiras
Data: 10/07/2007
Fonte: ILOS
A relevância das operações de transporte está presente no cotidiano de todas as empresas que precisam movimentar cargas, relevância esta que se traduz tanto na alta representatividade dos seus custos quanto no grande impacto que o transporte tem no nível de serviço prestado ao cliente.
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Autor: Leonardo Julianelli
Data: 10/06/2007
Fonte: ILOS
As atividades de planejamento da demanda podem ser divididas em duas etapas: análise estatística dos dados históricos e interpretação gerencial das informações de mercado. Na primeira etapa, as informações quantitativas, sobretudo os dados históricos de vendas, são analisadas para identificação dos componentes quantificáveis da série, isto é, o nível da demanda, tendência de longo prazo, oscilações cíclicas e efeitos sazonais.
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Autor: Peter Wanke
Data: 10/05/2007
Fonte: ILOS
As últimas três décadas foram marcadas por fortes transformações nas relações de fornecimento entre indústria e varejo. São diversos os relatos sobre essas diferentes relações de fornecimento (Christopher, 2000). Diversas indústrias reestruturaram suas redes de distribuição para atender à contínua demanda do varejo por menores estoques e maiores níveis de serviço (Hoek, 1998a e 1998b).
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Autor: Paulo Fleury
Data: 10/04/2007
Fonte: ILOS
O ano de 2006 marcou o décimo aniversário do programa de privatização das ferrovias brasileiras. Neste período, ocorreram diversos avanços que, sem dúvida alguma, contribuíram para o aumento da qualidade e produtividade do setor de transporte de cargas no Brasil. No entanto, as melhorias observadas não foram uniformes entre as diversas malhas privatizadas, nem alcançaram o nível de melhoria que se esperava há uma década atrás. Este trabalho tem como objetivo fazer uma análise crítica dos avanços identificados e das frustrações ocorridas durante esta última década.
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ESTRATÉGIA DE TERCEIRIZAÇÃO DE SERVIÇOS DE TRANSPORTE - PARTE 2
Autores: Fábio Abrahão e Newton Soares
Data: 10/03/2007
Fonte: ILOS
Esta é a segunda parte do artigo publicado na edição anterior. O objetivo é analisar os tópicos de estratégia de terceirização de transportes, através de aplicações desenvolvidas em experiências de consultoria feitas anteriormente pela equipe do Centro de Estudos em Logística (CEL) – Coppead/UFRJ.
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Autores: Fábio Abrahão e Newton Soares
Data: 10/02/2007
Fonte: ILOS
Este artigo está dividido em duas partes. A primeira trata dos conceitos envolvidos na definição da estratégia de terceirização de transporte e a segunda é voltada à análise de exemplos reais de aplicação destes princípios em projetos de consultoria da equipe do Centro de Estudos em Logística CEL/Coppead/UFRJ.
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Autor: Victor Brito
Data: 10/01/2007
Fonte: ILOS
Capacidade é “o volume de saída que um sistema é capaz de atingir em um período específico de tempo” (Yang, 2001). Ao se falar de capacidade, provavelmente a primeira coisa em que se pensa seja capacidade produtiva. No entanto, capacidade é um termo muito mais amplo e abrangente. Neste artigo, abordaremos o tema com o foco em decisões de capacidade em aplicações logísticas.
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Autor: Peter Wanke
Data: 10/12/2006
Fonte: ILOS
O ano de 2004 parece ter sido decisivo para o comércio exterior brasileiro: as exportações atingiram o volume financeiro de US$ 94 bilhões e poucas vezes a questão da qualidade da infraestrutura logística de exportação foi debatida com tanta intensidade por diferentes segmentos da sociedade. Filas de caminhões de até 85 km no Porto de Paranaguá (Agência Brasil, 2004), confusão e congestionamentos no porto de Santos (Trindade, 2004), navios esperando em média 22 dias para atracar (Safatle e Ribamar, 2004), estradas esburacadas dificultando o tráfego de caminhões (Gazeta Mercantil, 2004) e invasões e favelização das vias férreas são exemplos de alguns temas relacionados ao comércio exterior brasileiro em destaque na imprensa nos últimos meses.
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